O silêncio tomou conta do galpão.
O homem que acabara de surgir mantinha a arma apontada para Álvaro.
Seu olhar era firme.
Seguro.
Como alguém que esperava aquele momento havia muitos anos.
Álvaro sorriu com desprezo.
— Achei que você estivesse morto.
O desconhecido respondeu sem desviar a arma.
— Você também deveria estar.
Helena franziu a testa.
Olhou para Lorenzo.
Ele também não fazia ideia de quem era aquele homem.
Sabrina deu um passo à frente.
Seu rosto perdeu completamente a cor.
— Você.