A resposta veio mais rápida que a areia muda. No meio do pátio empoeirado de Qal’at-Safir, Umm Rashid tocou o amuleto impresso na foto e assentiu com uma gravidade antiga.
— Esse selo já bebeu água do meu poço. — Ela pousou o dedo no nó gravado. — O homem que o usava chamava-se Elyas. Foi levado quando as patrulhas de Malik varreram a planície. Não morreu. Está na Prisão de Rashalah, ala norte, Bloco Cinza. Quem guarda, vende silêncio. Quem entra com insígnia, não sai.
O pátio segurou o fôlego.