O corredor do palácio parecia mais iluminado naquela manhã, ou talvez fosse apenas o reflexo do humor de Zayn. Ele caminhava ao lado de Isabela com passos tranquilos, a mão deslizando vez ou outra pelo braço dela, como se fosse um hábito impossível de conter. Ela, ainda ajustando a pulseira no pulso, sorria de canto com aquela sutileza que ele sempre percebia — um sorriso que não era para o mundo, mas para ele.
O silêncio entre eles não era vazio, era cheio. Cheio de olhares, de pequenas provoc