Capítulo 62. Algo que não esperava.
Chegou a segunda-feira e o sol da manhã já castigava o terreno da obra.
Amanda estava rodeada de plantas desenroladas sobre uma mesa de madeira improvisada, com o capacete posto e o ruído do maquinário de fundo.
Como arquiteta, a sua mente costumava ser um refúgio de linhas retas e cálculos precisos, mas naquele dia, as plantas pareciam borradas.
De repente, o seu olhar perdeu-se no horizonte, em direção aos edifícios que se erguiam ao longe, como se o próprio céu tivesse decidido sussurrar-lhe