O sol de início de tarde batia suavemente nas vidraças do pequeno restaurante escondido em uma rua tranquila do bairro. Alicia e João caminharam lado a lado, como se nada tivesse acontecido, como se o que haviam feito minutos antes no consultório não tivesse explodido um universo de sensações guardadas há tempo demais. Ele abriu a porta para ela, e Alicia entrou sem saber exatamente como agir. Não havia culpa, tampouco leveza. Havia um tipo de silêncio cómplice e cheio de significados.
Sentaram