Do outro lado do jardim, Vinícius observava Cecília de longe. O olhar profundo estava carregado de sentimento, como se quisesse gravar a imagem dela dentro do peito.
Mas Cecília apenas o encarou com serenidade. Todo encantamento, toda dor, haviam se dissolvido no vazio.
Ela fechou a janela com a mesma calma de quem fecha um livro já lido, isolando o rosto que tanto a irritava.
Pouco depois, a empregada apareceu às pressas.
— Sra. Cecília, tem um Sr. Azevedo à sua porta. Ele pediu para ver você.