A escuridão tomou conta da sala.
Por alguns segundos, ninguém conseguia enxergar absolutamente nada.
O único som era o da respiração ofegante de Arthur.
Então o grito voltou a ecoar pelos corredores.
— Arthur!
Era a voz de Lívia.
Sem pensar duas vezes, ele correu na direção de onde o som havia vindo.
— Lívia!
Laura não tentou impedi-lo.
Permanecia parada, completamente imóvel, como se tudo estivesse acontecendo exatamente da maneira que havia planejado.
Beatriz a observava, assustada.
— Você en