Helena não conseguia se mover.
Diante dela estava a mulher que havia procurado durante vinte e cinco anos.
A mulher que acreditava ter perdido naquela noite.
A mulher que agora a chamava de mãe.
— Maya…
A palavra saiu quase sem voz.
A jovem permaneceu parada na porta.
Seus olhos estavam cheios de lágrimas.
— Eu esperei muito tempo para ouvir você dizer meu nome.
Helena levou a mão à boca.
Depois caminhou lentamente em sua direção.
Por alguns segundos, pareceu ter medo de tocá-la.
Como se aquele