Capítulo — Gritos no corredor (segunda parte)
(Ponto de vista: Sofía Rojas)
O silêncio foi um golpe seco. Até o relógio de parede parecia hesitar em continuar marcando os segundos.
Eu continuava no divã, com o coração preso na garganta. Adrián estava a dois passos de mim, com a bandeja na mão, e a ferida entre nós aberta de par em par.
De repente, a porta se abriu e Isabel apareceu.
Ela estava com o rosto sério, cansado, com o olhar de quem sabe que a dor ainda não acabou. Ela se aproximo