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Mais tarde, estava num bar escuro e fumacento, o uísque queimando minha garganta enquanto pedia mais uma dose. O barman serviu sem questionar – já devia ser a sétima, ou oitava, ou quem sabe a décima. Perdi a conta. Precisava relaxar, esquecer aquele dia de merda. Sempre fazia isso – bares, boates, clubes – mas nada funcionava. Sentia-me um completo merda. Meus dedos discaram o número de Stella, mas ela não atendeu. Não sabia para onde ela fora. Será que já estava em casa? Eu precisava dela