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Se as paredes falassem

Diana

Quando os lábios dele agarraram os meus, minha única reação foi ceder. E pra ser sincera? Eu nem tentei lutar contra. Ethan sabia exatamente como me fazer derreter, como me desmontar com um beijo. Bastava um toque, e pronto… eu era toda dele.

Ele segurou meus cabelos com firmeza, puxando levemente enquanto a outra mão me pressionava contra o corpo dele. Eu sentia o calor da pele dele atravessando o tecido fino do meu roupão. Meu coração batia tão rápido que parecia ecoar nos meus ouvidos. Era como se todo o resto tivesse desaparecido — só existia o toque dele, o cheiro dele, o sabor da boca dele dominando a minha.

Eu me entreguei. Sem culpa, sem freio, sem vergonha. Só desejo. Só tesão.

Nossas línguas se encontraram no ritmo certo, como se já soubessem o caminho uma da outra. O beijo era urgente, molhado, cheio de promessas sujas. Quando dei por mim, a mão de Ethan já tinha escorregado pra dentro do meu roupão, explorando minha pele nua com uma confiança descarada. Ele apertou minha bunda com tanta vontade que me arrancou um gemido baixo, que vibrou entre nossos lábios.

Ethan arrancou o roupão do meu corpo com uma facilidade que me assustou. 

— Estou louco para sentir seu gosto de novo.— A voz rouca do Ethan me fazia vibrar de tesão.

Ele me colocou de quatro no sofá, virada para a janela de vidro, que, por sinal estava com a janela e as cortinas abertas, mas para minha sorte estávamos no quarto andar. 

Ethan retirou a minha calcinha com os dentes, a respiração dele batia quente entre minhas coxas, foi quando a língua dele tocou o meu cu,o cara tava louco ele realmente estava me chupando inteira, um gemido escapou sem controle.

Meus dedos se cravaram no estofado enquanto ele me segurava firme, com uma mão espalmada na minha bunda e a outra me mantendo no lugar.

 Ele chupava como se tivesse fome de mim. A boca dele era puro pecado, me lambendo, sugando, explorando cada cantinho, sem pressa, como se quisesse que eu implorasse. E talvez eu tenha implorado mesmo.

Meu corpo tremia, minhas pernas ameaçavam fraquejar, e ele só continuava, me deixando à beira do colapso, os gemidos escapando altos, indecentes. A cada movimento da língua, a cada chupada profunda, eu sentia meu corpo inteiro reagir. Não tinha como fugir — e, sinceramente, eu nem queria.

Ethan se afastou por um segundo, só o tempo suficiente pra tirar a própria roupa. E quando voltou, foi como se o mundo parasse. Suas mãos agarraram minha bunda com tanta força que eu arfei alto, arrepiando inteira. Era como se ele quisesse marcar território, como se quisesse me lembrar de que eu era dele ali, naquele momento.

Meu corpo já tremia de expectativa quando senti. Ele me penetrou de uma vez, sem aviso, duro como pedra, quente como pecado. A sensação foi tão intensa que um gemido escapou antes que eu pudesse segurar. Aquela posição me deixava completamente entregue, vulnerável... e, por Deus, como isso só me deixava ainda mais excitada.

Minhas mãos agarraram o encosto do sofá, os joelhos pressionados contra a almofada, enquanto o corpo dele batia contra o meu sem piedade. Ethan segurava minha cintura como se tivesse medo que eu fugisse — como se ele precisasse de força pra me manter ali. Mas eu não ia a lugar nenhum. Eu queria tudo.

A cada estocada, o ar sumia dos meus pulmões e o prazer se espalhava, quente, feroz, impossível de ignorar. Eu mordia o lábio pra não gritar, mas tava difícil. Era tão errado, tão sujo... e isso só fazia tudo parecer ainda mais gostoso.

Ele era bruto, intenso, sem pausas ou delicadeza. E era exatamente isso que me deixava fora de mim. Era o jeito como ele me tomava sem pedir, como se meu corpo tivesse sido feito só pra ele.

Quando achei que ele ia me deixar gozar, quando meu corpo já estava tremendo no limite, ele parou. Simplesmente parou. Meu gemido de frustração mal saiu, porque, antes que eu entendesse o que estava acontecendo, ele me puxou com firmeza e se sentou no sofá. Com um olhar faminto, me colocou no colo como se eu pesasse nada. Suas mãos foram direto pra barra da minha blusa, puxando-a com uma facilidade irritante e me deixando completamente nua sobre ele.

— Quero que goze olhando pra mim dessa vez. — disse ele, com aquele sorriso safado que me desmontava inteira.

Não consegui dizer nada. Só balancei a cabeça, ofegante, entregue, completamente dominada por tudo que ele estava me fazendo sentir.

Me posicionei sobre ele e desci lentamente, sentando no seu pau com uma facilidade que me deixou ainda mais molhada. Já estávamos completamente nus, lambuzados com o nosso próprio desejo, o som molhado do nosso encaixe era indecente — e delicioso.

As mãos dele se cravaram na minha bunda, uma em cada lado, segurando com firmeza, como se estivesse me guiando. Me apoiei nos ombros dele, sentindo seus músculos tensionados, o calor do nosso contato, o cheiro da nossa pele misturada.

Comecei a cavalgar, primeiro no ritmo que dava conta, mas não demorou muito pra eu acelerar. Eu queria mais. A cada descida, sentia ele inteiro dentro de mim, preenchendo tudo, e aquilo me deixava ainda mais fora de mim. Os olhos de Ethan me encaravam, famintos, como se ele estivesse tão perto do limite quanto eu.

Meus seios roçavam no peito dele, e cada movimento me deixava mais próxima da explosão. Eu gemia baixo, sem vergonha, sem controle. Eu nem sabia que podia chegar tão longe assim.

Mas com ele... tudo parecia possível.

Meu corpo já não obedecia mais. A cada sentada, a cada estocada profunda, eu sentia o clímax se aproximando com força. Quando gozei, foi como uma explosão — quente, intensa, arrebatadora. Arqueei as costas, gemendo alto no ouvido dele, minhas unhas marcando os ombros de Ethan. E ele veio logo depois, com um gemido rouco e grave, enterrando-se ainda mais fundo dentro de mim.

Nossos corpos colados, suados, tremendo juntos.

Desabei no ombro dele, ofegante, sem conseguir dizer uma palavra. Só respirei fundo, tentando recuperar o fôlego, sentindo o peito dele subir e descer no mesmo ritmo do meu. Ficamos assim por alguns segundos, até ele sussurrar:

— Você… usa anticoncepcional?

Ri fraco, com a cabeça ainda encostada no pescoço dele.

— Não.

Ele travou. Senti o corpo dele congelar por um segundo. Olhei pra cima, com um sorriso preguiçoso e sacana.

— Relaxa, tenho DIU de cobre.

Ele soltou o ar que nem sabia que estava prendendo e riu também, aliviado.

— Porra, Diana… quase me matou agora.

— Agora você sabe como eu me senti — sussurrei, ainda montada nele, com as pernas tremendo e o coração acelerado.

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