Diana
Eu precisava daquilo. Da paz. Da comida da minha mãe. Dos cafunés no sofá enquanto a gente assistia novela velha e reclamava dos mesmos comerciais. Os últimos quatro dias tinham sido um abraço apertado no meu coração cansado. Acordar com cheiro de pão quentinho, andar de chinelo pela casa sem maquiagem, sem pressão, sem ninguém me chamando de "senhorita Muniz" com aquele tom frio e autoritário.
Ali, eu não era a secretária impecável do CEO impossível. Eu era só a Diana. A filha que a mãe