— Eu quero você, quero que me foda. — murmurei quase sem fôlego, mas para minha surpresa ele se afastou se levantando da cama. — Onde vai?
— Não se mova. Fique paradinha ai segurando o canivete com sua boceta apertada. — as palavras dele me deixavam ainda mais excitada, mas fiz exatamente o que ele falou, não me movi enquanto ele atravessava o quarto para pegar um pote de mel. — Eu preciso cobrir cada pedacinho do seu corpo agora.
— Pensei que estivesse ansioso para acalmar sua dor. — o provoqu