Ponto de vista do Dom
- Sara, você só goza se eu quiser, quando eu quiser. – Eu a avisei em seu ouvido, ouvindo-a ofegar.
Então peguei um chicote, bati em sua barriga, depois em suas pernas e braços, fazendo-a gritar. Passei o dedo levemente em seu clitóris para estimulá-la ainda mais. Ela estava encharcada. Esse processo estava a deixando com mais tesão.
A raiva pelos últimos acontecimentos com a Pietra estava fixo em minha mente. Então resolvi bater com o chicote um pouco mais de força, ela gritou, mas eu ainda não estava satisfeito. Então tirei os grampos dos mamilos, sem gentileza.
- Aiii Dom...
Na sequência desamarrei suas pernas e a virei de bruços para pegar outro chicote.
- Sara, agora você vai contar até dez comigo. Responda sim senhor, se me entendeu.
- Sim, senhor.
Pá.
- Um. – Dei a primeira batida em sua nádega.
Pá.
- Dois...- Agora, bati na outra.
Pá.
- Aiii Três... – Eu estava aumentando a força. Eu ia batendo alternando o lado.
Pá.
- Qua-tro.
Pá.
- Cin-co... – Como