Corra coelhinha, corra.
Eu me encolhi no chão, agarrando o celular contra o peito, chorando incontrolavelmente, enquanto a primeira luz da madrugada começava a iluminar a casa. Mas para mim, a escuridão parecia só crescer.
Eu ainda estava no chão, abraçada a mim mesma, quando o celular vibrou de novo. O som foi suave, mas cortou o silêncio como uma faca. Minhas mãos trêmulas mal conseguiram agarrar o telefone. Quando finalmente olhei para a tela, meu coração disparou.
“Cuidado com essa caixa, a polícia está vindo.”
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