Assim que o carro da minha família parou em frente à entrada imponente da mansão Lee, uma sensação de acolhimento envolveu o ambiente. Os empregados, de postura sempre discreta, tinham sorrisos genuínos ao me verem retornando. A casa inteira parecia respirar um alívio visível, com um murmúrio de entusiasmo entre os funcionários ao redor, sussurrando entre si e trocando olhares animados. Eu sentia que, depois de tudo pelo que havia passado, aquele lar era meu refúgio seguro.
Ao descer do carro,