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– Oi cabeça de pudim, há quanto tempo não te vejo? – usei meu melhor tom de sarcasmo.

– Huuum vamos ver no meu relógio imaginário – ergueu o pulso e afastou a manga da jaqueta fingindo ver algo além de sua pele branca no lugar- Eu diria que uns 50 minutos.

– Idiota - sorri.

Caminhamos entre o mar de alunos uniformizados até o lugar onde nos falamos verbalmente pela primeira vez: A árvore

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