(Ponto de Vista de Serena)
As luzes do teto se fundiam em um borrão ofuscante enquanto eu era levada apressadamente pelos corredores do hospital, sacudida sobre a maca. Vozes murmuravam ao meu redor, mas soavam distantes. Eu me esforçava para compreender o que estava acontecendo, mas minha mente estava enevoada, com cada pensamento escorregando como areia entre os dedos. Tudo parecia irreal, como um sonho do qual eu não conseguia despertar.
Piscava, tentando focar, mas nada fazia sentido. Sentia