Alana entrou no elevador e respirou fundo. Ela não era nenhuma garotinha, precisava manter a calma, manter a compostura.
Quando as portas do elevador estavam prestes a fechar, uma mão as impediu. Murilo entrou e se aproximou lentamente. Sua postura elegante exalava um perfume amadeirado de cedro.
Alana sentiu sua cabeça girar. Parecia que o elevador inteiro estava impregnado com aquele aroma, e suas bochechas ficaram quentes, ardendo. Ao tocar o rosto, percebeu que estava muito vermelho.
Mur