O som do copo de vidro caindo no chão e se estilhaçando quebrou o silêncio, despertando os dois.
Alana, assustada, levantou o olhar. Ayla estava com os olhos arregalados e a boca aberta, encarando fixamente as pernas avermelhadas de Alana, como se estivesse em transe.
— Ayla? — Chamou Alana, com a voz baixa e suave.
— Ah! — Ayla gritou de repente, cobrindo os ouvidos com as mãos, como se tivesse visto algo aterrorizante. Ela começou a recuar, tomada pelo pânico.
— Socorro! Socorro! — Ayla gritav