Afonso queria aceitar Camila como discípula, pois ela tinha talento, paciência e uma dedicação rara à profissão. Imaginava que, com o tempo, ela se tornaria um nome respeitado na restauração de cerâmica. E, ao mencionar seu nome, todos saberiam que ela foi aprendiz dele, Afonso. Mas esses pensamentos eram secundários. O que realmente importava para ele era o fato de Camila se parecer muito com sua filha quando jovem, tanto na aparência quanto no jeito suave e sereno.
Camila voltou para o quarto.