Arthur Strauss
— Namorada — repeti, e o som da palavra na minha boca teve um gosto de vinho caro e veneno. Dei o meu melhor sorriso, aquele que eu guardava apenas para quando estava prestes a realizar uma cirurgia de alto risco ou destruir um inimigo. Virei-me para Maya, mantendo a minha mão firme em sua cintura, e senti o corpo dela travar. Aproximei meu rosto do dela, o suficiente para sentir o perfume suave que era um contraste absurdo com o caos que eu acabara de instaurar. — Não é, meu