Logo de cara, ao descer do ônibus, percebo os grupos sentados embaixo de árvores ou escorados em paredes, estudantes de história da arte, de design, de fotografia, artes plásticas e até os esportistas podiam ser diferenciados. Me senti como num filme de Hollywood sobre vida acadêmica, onde eu era a pobre coitada que se mudava para um local novo e não conhecia absolutamente ninguém. Provavelmente não sou a única caloura por aqui, mas a sensação de estar sozinha em um lugar tão vasto é assustador