Não conseguia abrir os olhos, nem mexer seu corpo, sentiu um hálito quente em seu rosto, mãos em seu corpo, vozes indecifráveis, e aquele nome “Helena” novamente presente. Sua barriga estava pesada, como se algo — ou alguém — estivesse montado em cima dela.
“Filha”, “Helena”, “Não foi sua culpa”, “A fumaça”, “Todos morrem pela fumaça”.
F
U
M
A
Ç
A
“TODOS MORREM!”
Ela finalmente abriu os olhos, vendo um vulto se dissipar em névoa, a porta do quarto estav