Simon Donavon
— Porra porra — esbravejo batendo minhas mãos no volante do carro que continua parado em frente a casa do bairro humilde.
Que merda! Não era para aquilo ter acontecido, não era para eu ter me rendido ao corpo dela, as curvas evidentes e á aqueles lábios que com certeza não servem para mais nada a não ser beijar e morder. Eu fui fraco, fui tomado por um momento de ódio, raiva e desejo, muito desejo.
No momento em que enfiei meu pau naquela boceta apertadaeu soube que seria minha