Ele entrou na minha garagem, e eu nem tinha percebido que já estávamos em terras da alcateia.
— Como assim, “não faça”? — Ele se virou no banco. — Amy, ele não sabe a verdade. Ele acha que você o ignorou por mais de um ano. Isso está acabando com ele.
Eu assenti.
— Eu sei. Eu sei. — Baixei o olhar para a minha caixa de cartas. — E eu me senti da mesma forma. — Olhei para ele, quase implorando para que entendesse.
— Você ainda está com raiva. — Ele suspirou. — Mas ele não…
— Eu sei. — Suspirei. —