Minha mãe já estava fora de casa antes mesmo que eu fechasse a porta. Ela veio direto até mim e me envolveu em um abraço. Por algum motivo, ela estava tremendo. Minha melhor aposta era que era raiva, e ela estava tentando se acalmar.
— Onde você esteve? — Ela se afastou e segurou meu rosto com as mãos.
— Fui correr. — Sorri. — Toya veio me ajudar a trazer o restante das coisas para casa.
Apontei para ela, que acenou do outro lado da caçamba da caminhonete.
— Oi. — Toya caminhou até a tamp