Meu despertador estava gritando comigo, e eu me virei na cama com um gemido.
— Por favor, deusa, deixe-me dormir. — Abri os olhos lentamente. E, como um relógio, ouvi os gemidos de todo o resto da casa. Um distante “por favor, deusa, não” me fez rir.
Houve uma batida suave na porta, e eu chamei:
— Sim?
Pensando que fosse Toya, levantei-me e me espreguicei. Quando me virei para a porta, vi um rostinho pequeno me encarando, e corri até lá.
— Oi, Carly. — Abri a porta completamente e me aga