Esperei até que meu pai me deixasse sozinha na clareira antes de soltar o peso do meu corpo na grama e fechar os olhos. Mergulhei fundo dentro de mim e fiz a única coisa que me veio à mente.
— Vó, preciso da sua ajuda.
Esperei no silêncio da clareira até sentir um arrepio percorrer minha nuca. Abri os olhos e a vi se abaixando na minha frente.
Seus cabelos prateados e pretos estavam trançados e caíam por cima do ombro, balançando no meu rosto enquanto ela se inclinava. Eu não consegui evitar de