O vento cortava seu rosto, arrancando lágrimas que nem eram de dor, mas de algo muito mais profundo. Algo que crescia em seu peito, apertando sua garganta, queimando seus pulmões.
Ivy corria sem olhar para trás. Suas pernas ardiam, cada músculo do seu corpo gritava para que parasse, mas ela não podia.
Não queria.
As árvores passavam como vultos em sua visão, sombras que se misturavam com as lembranças que tentava deixar para trás. A noite estava viva ao seu redor—o farfalhar das folhas, o som