— Meu nome não é falso, Gregory. - Helena insistia. - Me chamou Maria. - Ela enchia os olhos de lágrimas, aflita.
— Não é, meu amor. - Ele tirou uma credencial dela do bolso. Era sua identidade militar. - Veja, está é você há alguns meses. - Ele lhe oferecia o documento.
— Como é possível? - Helena chorava outra vez. Aquela instabilidade, mesmo sob a medicação que ele achava que ela tomava, era algo doloroso. Ele pretendia reconstruir suas memórias. Helena percebia aquele movimento sutil.
— H