— Que passa, homem? - Dario se aproximou. Luiz estava abatido.
— Dúvidas. Estive com o pescoço da sua amada nas mãos hoje. - Luiz pedia outro drink.
— E está vivo? - Dario se surpreendia.
— Mic, que mulher difícil. - Luiz desabafava. - Ela não tem medo de morrer. Estava dopada, tirou um fragmento do braço hoje. Acabei tendo que subir as escadas com ela semi consciente. Aguentou firme. Deixei ela na cama, mas quando vi a cicatriz na cabeça e ouvi ela resmungar, perdi a motivação. José não pre