— O que fez? Matou alguém? - Martha se surpreendia.
— Algumas vezes. - Helena respondeu.
— Ninguém como nós, Martha. - Eduarda defendeu a militar. - Depois a gente se intera.
Helena se levantou e foi até a carcereira. Despedia-se com um aceno tímido.
Helena vestiu-se e saiu do prédio. Gregory a esperava. Ao vê-la, abriu um sorriso sincero de alegria, adiantando-se até o portão. As outras policiais a encaravam com desprezo.
— Você está bem? - Ele a abraçou. - Deus! Como estou feliz que está aq