NARRAÇÃO: DIANA
A madrugada reinava absoluta do lado de fora. O céu estava carregado e escuro, como se toda a região segurasse a respiração, antecipando o perigo que se escondia nas sombras. Dentro do quarto, a penumbra era quebrada apenas por um feixe fraco de luz que atravessava a janela, mas dentro de mim, tudo era clareza e alerta máximo. Minha mente não descansava, percorrendo cada detalhe do nosso plano, calculando cada risco e prevendo cada possível falha.
Sentei-me na beirada da cama, e