DIANA narrando...
O vento soprava forte contra meu rosto enquanto eu caminhava pelas trilhas de terra batida que ligavam os pontos mais altos da favela. Depois de sair da casa de Carine, segurei a mão pequena de Pedro com tanta força quanto se ele fosse a única âncora que me restava no mundo. O menino andava em silêncio, mas apertava meus dedos de volta, como se sentisse que eu era a única proteção que ele tinha naquele momento sombrio.
Levei-o até o abrigo secreto, construído entre as pedras e