Ele se afastou e estudou meu rosto. Sua expressão não era mais de dor, mas de puro desejo. Ele acariciou meu rosto com os dedos, de maneira suave, quase cuidadosa demais. Em seguida deslizou a mão pelos meus cachos – Eu quero você – ele sussurrou.
Eu não respondi verbalmente. Apenas me deixei guiar pelos corredores até o meu quarto (notei que ele não havia me levado para o seu próprio quarto). Assim que entramos, vi seu olhar se dirigir para a pequena mancha de sangue no