Foram horas assim até que gozamos e ficamos exaustos. Eu tinha medo de admitir, mas talvez aquele tenha sido o melhor sexo da minha vida. Com a cabeça deitada no seu peito direito, eu assistia ao fogo crepitar com a sua lenha quase ao fim.
— Sei onde está a porta — disse ele, quebrando o nosso silêncio confortável e duradouro.
Olhei-o.
— E você sabe o que tem lá dentro.
— Sei.
— Então me leve até lá.
Respirando fundo, ele assentiu. Vestimo-nos e deixamos o quarto. Fomos para o outro lado do and