O sol do fim da tarde iluminava a saída do hospital quando Natasha atravessou as portas automáticas acompanhada de Laura. O ar fresco bateu em seu rosto e por um momento ela fechou os olhos, sentindo algo que não sentia havia meses: liberdade.
Mesmo fraca, havia algo dentro dela que parecia despertar. Estar fora daquele quarto branco era quase irreal.
— Devagar — Laura disse, segurando levemente o braço dela. — Você ainda está se recuperando.
Natasha assentiu com um pequeno sorriso.
— Eu sei… m