Mundo de ficçãoIniciar sessãoRagnar
Eu estava parado na frente daquele maldito vidro, meus olhos fixos em Cameron, deitada, ainda inconsciente, ligada a todos aqueles aparelhos. Cada linha, cada tubo, cada bip do monitor cardíaco era uma faca cravada no meu peito. O som suave e rítmico era a única coisa que me mantinha de pé, me forçando a acreditar que ela ainda estava aqui, que ainda havia esperança. Mas isso não aliviava o pavor que dominava meu







