Tomás pegou a vara de vime e a pesou na mão, era bem pesada. Se fosse realmente usá-la, daria trabalho, e sem suar, o castigo não teria efeito algum.
Mas Tomás sempre se considerou um homem refinado. Além disso, quem havia errado era o filho do irmão mais novo, então quem devia disciplinar o Eduardo não deveria ser Tomás. Que sentido faria ele, então, assumir o papel do malvado da história?
Disfarçando, ele recusou com elegância:
— Que tal pensar melhor? Jovens cometem erros, fazem tolices, é na