A porta de vidro se abriu, trazendo consigo um leve toque de umidade. Lá fora, já tinha começado a chover. A água da chuva cobria o céu e a terra com uma névoa tênue. Através da grande janela envidraçada, se via gotas de orvalho penduradas nas folhas recém-brotadas das bananeiras, caindo uma a uma, como lágrimas de uma amante. Nessas gotículas se refletiam três silhuetas humanas.
O pequeno ruído atraiu a atenção dos que jantavam. Eduardo ergueu os olhos e viu Yasmin com o rosto pálido, talvez po