O sol brilhava intensamente, e os olhos de Bruno se tornaram levemente úmidos. Ele desejava tanto poder tocar com as próprias mãos o pequeno Gonçalo, sentir sua existência.
Mas ele não tinha o direito de fazê-lo.
Fitando Helena, ele perguntou em voz baixa:
— O bebê está para nascer, não é? Ele se mexe muito? Dá para sentir a mãozinha dele através da barriga? Ele é obediente, comportado? — Ao final, sua voz embargou.
A expressão de Helena era indiferente, nem alegria nem tristeza. Olhando para aq