Tom
O cheiro da prisão é sempre o mesmo. Mofo, desespero e um toque azedo de suor impregnado nas paredes cinzentas. Caminho pelos corredores com o uniforme de um policial da solitária, as botas pesadas ecoando em cada passo que dou. Os outros guardas mal olham para mim, apenas um aceno breve, como se eu fosse apenas mais um deles.
Amber está ali. Trancafiada como um animal selvagem, exatamente onde deveria estar. Mas isso não me traz satisfação. Não ainda.
Eu seguro a bandeja de café da