A lembrança do cheiro forte de sangue ainda persistia, o que fez com que eu perdesse o interesse no café da manhã à minha frente.
Depois de algumas garfadas da comida simples, empurrei meu prato para longe. Daniel me olhou perplexo e perguntou:
— Por que você comeu tão pouco? Não está gostando?
Balancei a cabeça e expliquei:
— Não é que eu não goste, é que não consigo comer.
Instintivamente, massageei minhas têmporas.
Ele segurou meu pulso nervosamente e perguntou:
— O que foi? Dor de cabeça