Ao ouvir as palavras de Vitor, de repente me senti aliviada e, com um sorriso irônico, me recostei na cadeira.
Olhei para ele com desdém e disse:
- Era exatamente isso que eu queria te dizer. Se você é homem, faça o que disse e assume a responsabilidade por suas palavras e ações! Já disse, se deve soltar ela ou não, vá procurar a polícia, não venha gritar comigo!
- Bom, Luiza, continue fingindo então! - Ele disse isso com raiva e saiu.
Olhando para suas costas rígidas, soltei uma risada fria: