Eu puxei Eunice de volta para o escritório.
Eunice, ainda estava furiosa, gritou mais uma vez:
- Você é um animal! Nunca aprenderá!
De volta ao escritório, Eunice me olhou e perguntou:
- Você ainda não vai agir? O que está esperando? Não me diga que amoleceu de novo?
Eu fiquei em silêncio, olhando pela janela, contemplando a distância. Minha voz saiu suave e vazia:
- Nanda me pediu, enquanto estava viva, para não agir contra ele.
Ao ouvir isso, Eunice ficou imediatamente agitada.
- Eu sabia!