Eu dei um grito:
- Mãe!
Nesse momento, Joyce ainda cuspiu:
- Ela está apenas fingindo! Velha teimosa! Bem-feito!
Então, eu me arrastei desesperadamente até ela, a levantei nos braços e a abracei, a balançando.
- Mãe... Mãe, acorde, não me assuste! Mãe...
Mas não importava quantas vezes eu a chamasse, ela não abria os olhos. Eu gritei para as pessoas na sala:
- Chamem uma ambulância! Rápido... Mãe, acorde! Não me assuste assim! Eu vou te levar para o hospital...
Eu estava em pânico, não conseguia