O rosto de Alícia estava sombrio e assustador, sentada lá longe, com a postura ereta, os olhos emitindo um brilho frio e desprovido de calor, aqueles olhos me faziam involuntariamente pensar numa serpente prestes a atacar.
Malévola, venenosa e arrepiante.
Eu estabilizei minhas emoções por um momento. Na verdade, no momento em que vi Alícia, eu já tinha certeza de que era Daniel lá dentro. Uma ansiedade sem precedentes invadiu meu peito, eu olhei para a porta da sala de emergência, fechada firm