A luz pálida da manhã filtrava-se pelas frestas das cortinas pesadas quando Anne começou a emergir do sono. O corpo ainda pesado, os sentidos despertando lentamente, ela percebeu primeiro o calor sólido sob sua face, depois o ritmo regular de uma respiração profunda. Levantou a cabeça com cuidado e se deu conta de que estava deitada sobre o ombro de Charles, o rosto afundado na curva do pescoço dele, o corpo inteiro encaixado contra o seu.
O braço dele estava frouxamente apoiado na cintura dela