KARAH LANG
Abri os meus olhos e tive dificuldade em mantê-los abertos; uma claridade excessiva me incomodou. Pisquei algumas vezes e ao notar o quarto estranho, branco, muito branco, tentei levantar-me.
— Você finalmente acordou, minha querida — uma voz doce soou ao meu lado.
Ainda com a consciência entorpecida pelo sono, não prestei muita atenção em quem estava falando.
— Eu… acho que sim — respondi, esfregando os olhos na tentativa de melhorar minha visão. — Onde eu estou?
A minh